Trocando em Miúdos

o retorno =D

Posted by: rnncultural on: Setembro 28, 2008

reativei o blog antigo …

http://reflexoesdesempre.blogspot.com

e ainda criei um outro …

http://lumensocietas.blogspot.com

beijos =*

Posted by: rnncultural on: Setembro 15, 2008

Desde o ultimo post auto-analítcio, pude fazer um balanço geral de mim mesma. Como quase ninguém visita isso aqui, creio que posso rasgar o verbo e expelir determinados sentimentos que vêm sendo “abafados”, por assim dizer … Fico nessa de cuidar para que, ao falar, minhas palavras não sejam piores que o meu silêncio e acabo é não dizendo nada ! =/

Quem me visita aqui, já tá careca de saber que as crises existenciais da minha vida gravitam em torno do tópico “relacionamento”. Eu já tô buscando aceitar esse carma, porque não consigo enxergar outra explicação ! ahaha..

Posso comecar falando do conceito de relacionamento pra mim. Sempre achei que era “situação na qual o casal procura se entregar, trocar carinho, ser atencioso em relação aos pensamentos/sentimentos do outro, ter paciência, saber ouvir e falar com amor , buscar compreender os questionamentos e preconizar o diálogo. Em suma, esforçar-se para ver o outro feliz”. Pois bem, já entendi que isso é puro platonismo. Isso nada mais é que o ideal de relacionamento. Descobri que, na verdade, em 99% dos relacionamentos com os quais convivo, a responsabilidade de fazer a relação dar certo não é dividida ao meio exatamente, e que a corda sempre arrebenta do lado mais fraco. Um sempre gosta mais que o outro, se engaja mais que o outro e esse esforço todo, por muitas vezes, não resulta em nada. Cada tentativa de conversa resulta em uma estupidez que termina com qualquer chance de diálogo. Há uma nítida e IMBECIL certeza de que demonstrar sentimentos é sinônimo de fraqueza, então as pessoas se enclausuram num tipo furado e simplesmente fingem ser o que não são e não sentir o que sentem.

Cada tentativa de aproximação é infrutífera, e você tem que pedir pelo amor de Deus por atenção e carinho. E é só atenção e carinho. Não é dinheiro, presentes e coisas que o lado mais fraco quer. É atenção, carinho. Sentir o outro chegando perto, abraçar, beijar, dar risadas, CONVERSAR ! É tão impossível ? … Então por que é que tem que ser tão raro ? Ah ! Já sei … porque se for sempre assim enjoa ? Não dá pra demonstrar amor o tempo todo porque fica chato ? É isso, né ? Entendi.

Pra casa do caralho ! Uma coisa é controlar a vida alheia com ligações insistentes que se resumem a saber do paradeiro do outro, uma coisa bem diferente é uma ligação numa quarta feira, à tarde, com o unico intuito de ouvir a voz do seu par., com o objetivo simples de dizer “liguei só pra falar que te amo” …

Tenho certeza que todo mundo já teve alguém assim na vida. E sabe o quanto é bom. E também já conheceu o outro lado da moeda. Frieza, distância, silêncio, interesse limitado …

Você fala “fulano(a), fica aqui comigo um pouquinho, me faz um carinho” e depois de UM minuto a pessoa some. Sem contar a sensação de vazio quando você acorda e não tem ninguém do seu lado. A pressa cotidiana não permite que você pare pra nada. Que dirá pra olhar nos olhos e dar um beijo. E essa pressa toda domina os fins de semana e qualquer atraso pra um compromisso que não tem hora marcada já é motivo de um “anda logo!” bem seco …

As pessoas não se dão conta que dar coisas não supre carinho. Não é demonstração de afeto. Injetar dinheiro está MUITO LONGE de significar amor. Bom seria se tudo funcionasse sempre reciprocamente assim:

“a ciência confirma os fatos que o coração descobriu

nos seus braços sempre me esqueço

de tempo, espaço e no fim

TUDO É RELATIVO QUANDO TE FAZER FELIZ ME FAZ FELIZ

se a hstória for sempre assim, melhor pra mim”

a chave da porta da frente – leoni e frejat

Posted by: rnncultural on: Setembro 5, 2008

Becos escuros
Ruas desertas
Sombras, sussurros
Noites e frestas
Frio na espinha
Beijos roubados
Sexo e vertigem
Amor e pecado…

Tudo que um dia
Ja foi o motivo
Prá tanto mistério e prazer
Apodreceu
O nosso fruto proibido
E eu vim aqui hoje
Só prá dizer…

Eu quero te olhar
De um lugar diferente
Eu quero a chave
A chave da porta da frente
Eu quero agora
E eu quero prá sempre…

Restos e sobras
Porta dos fundos
Senhas secretas
Sonhos ocultos
Fugas, mentiras
Culpas e falhas
Muita espera
Prá pouca migalha…

Tudo que um dia
Já foi o motivo
Prá tanto mistério e prazer
Apodreceu
O nosso fruto proibido
E eu vim aqui hoje
Só prá dizer…

Eu quero te olhar
De um lugar diferente
Eu quero a chave
A chave da porta da frente
Eu quero agora
E eu quero prá sempre…

Eu quero prá sempre!

se toca, bonita !

Posted by: rnncultural on: Setembro 1, 2008

td bem q Frued ja dizia q TODOS são neuróticos ! mas tb nao precisava dar vazão assim, né, minha nega ? po, fala serio .. logo vc, q smp foi tao partidaria, ou melhor, militante do movimento “nao vamos encher o saco do companheiro” pagando um mico desse ? pelamordeDeus !

bonita, se joga, pq vc nao eh melhor nem pior q ninguem ! assim como td mundo, esta sujeita a um fracasso em algum momento da sua vida .. vc eh um espirito de luz, por acaso ? nao ne .. aaaah bem ! entao se situa, pq tá foda !

pagar de idiota nao da, nao da, nao da ! enqnt VOCE nao se desligar disso, a coisa vai persistir ! nao depende de ninguem, so de VOCE !! cacilda !

bjo, nao me liga pq vc ta chata ! =*

nao fode, neh …

Posted by: rnncultural on: Agosto 28, 2008

a coisa vem vindo sutilmente, como se nao apresentasse mal nenhum, “imagina.. sao so assuntos profissionais” ou “nao viaja, nao tem nd demais” e qdo vc, q eh bom, amável, paciente, tolerante, compreensivo e tenta ser o mais seguro possível, se dá conta, o passado ja ta bem no seu nariz e vc com aquela cara de babaca presenciando a situacao, e o pior, nem pra revidar vc serve!

TROUXA !

aceitar a existência do passado da pessoa eh uma coisa.. agora, ter q aturar esse passado aparecendo o tempo td, qse como se estivesse querendo fazer parte constante do presente é uó, bicha ! nao fode, neh ?!

¬¬

ditado…

Posted by: rnncultural on: Agosto 17, 2008

Deus não dá asas à cobra, e quando dá, tira o veneno…

só pra ficar registrada! ahahah.. =p

comparação esdrúchula…

Posted by: rnncultural on: Agosto 8, 2008

Caraca!! Eis que diante de um fato surgiu uma inspiração pra escrever por aqui. Mas este post não tem nenhum cunho emocional, nem sentimental rs… É mais, social, digamos assim.

São 23h e as três cadelinhas da minha irmã começaram a brigar. A cachorrinha recém-chegada, adotiva, ex cão-abandonado resolveu avançar nas outras duas, instinto puro… Minha irmã começou a berrar, como quem vê um assassinato acontecendo, e o meu cunhado intereferiu, óbvio… Levou um arranhãozinho de nada, leve, superficial. Nisso meu pai e minha mãe saíram do quarto, achando que minha irmã estava tendo um colapso nervoso, mas era o que parecia… ela ficou quase que em estado de choque, por alguns minutos.

Meu pai foi tomado por um sentimento bem negativo e catou pelas orelhas a pobre da cachorrinha que era de rua e que ocasionou a “briga” e simplesmente jogou na varanda! A bichinha deu um grito que soou como choro de criança.

Olhando para aquela cena, imediatamente, minha cabeça jurídica estabeleceu uma comparação com os menores infratores. Eles, via de regra, nascem e crescem em um ambiente hostil, sem muita oportunidade… Um belo dia chega alguma boa alma e resolve dar uma oportunidade pra ele, mas putz… o cara tem MUITA propensão a fazer coisas socialmente inaceitáveis. Então ele vai e faz, rouba R$ 100,00 ou R$ 200,00. Hoje em dia isso é algum dinheiro! Então, o seu “padrinho” descobre e o escurraça da pior forma possível! Faz um BO, denuncia o cara, ele recebe um condenação IMBECIL e vai parar em algum presídio sem infra-estrutura deste país! E um dos objetivos da pena é a ressocialização… eis o grande estigma do sistema penal brasileiro!

hipocrisia social

Posted by: rnncultural on: Agosto 6, 2008

Eu adoro a expressão que está entitulando este post… rs! Contudo, ela é um tanto abrangente. Pode se enquadrar em vários aspectos da vida em sociedade. Desde a pausa pro lanche no McDonald’s de uma campanha comunista pelo boicote aos produtos americanos, onde seus manifestantes estão usando um tenis da Adiddas até as relações políticas, que, cá pra nós, sao o suprassumo da hipocrisia social rs… Mas hoje, em especial, até mesmo para condizer com o meu atual momento, vou falar dela no campo amoroso da vida das pessoas. Não de todas, mas da maioria.

“Não precisa mudar, vou me adaptar ao seu jeito, seus costumes, seus defeitos, seus ciúmes, suas caras” ???

Alguém aí conhece alguém que se adaptou aos defeitos do outro? Eu tô falando de se ADAPTAR, não de simplesmente aceitar, tolerar… Isso todo mundo faz! Conhecem alguém que nunca sentiu a necessidade de pedir ao seu companheiro que mudasse pelo menos uma caracteristicazinha? Me conta onde é que tá essa pessoa porque eu vou atrás dela… rs! Preciso tirar uma foto desse ser iluminado, apliá-la para 2mx3m, colocá-la numa moldura bem chamativa e pendurar no meu quarto para olhar todo dia e dizer a mim mesma “Renata, você tem que ser assim!”.

Utopia pura, né?! Isso não existe!!! Ninguém se adapta aos defeitos de ninguém. Naquela fase da paixão, onde tudo são flores, vivemos com a sensação de haver borboletas no nosso estômago, o coração palpita só de ouvir o nome do fulaninho e cada novo encontro é uma forte emoção, nesta fase até pode ser que a gente finja que não vê determinados defeitos, ou até mesmo não os enxergue de fato, porque afinal de contas, ele é lindo, inteligente, charmoso, independente e gostoso pra cacete! Putz… Ele te pega de um jeito que você perde o ritmo da própria respiração e quando se dá conta, está no ritmo da dele! É uma coisa completamente inexplicável que só quem está de quatro, totalmente embasbacada, apaixonada por um cara que apareceu do nada na nossa  vida e nos fez jogar um tanto de coisa pro alto…

Você batalha, investe pesado, dá o que você tem de melhor (literalmente) e, finalmente, laça o cidadão! O ego vai lá n puta que pariu de tão foda que você tá se achando… Você expõe fotos por todos os lugares pra que todos vejam o casal lindo que formam! Mas o tempo vai passando, e vocês continuam sendo um casal lindo, mas com um abismo enorme de distância entre as partes. Tolinha! Devia ter prestado atenção em certas coisas na época “divertida” da relação. Porque hoje, quando os finais de semana parecem solitários mesmo tendo uma pessoa do seu lado, essas certas coisas estão vindo à tona e você simplesmente não faz a mais remota idéia de como contorná-las.

Aí você, na sua ingenuidade de achar que todas as pessoas que enchem a boca pra cantar o hino “vou me adaptar ao seu jeito” vão te entender e realmente se adaptar (¬¬), procura ser o mais doce, o mais delicada, o mais amável possível para colocar em pauta um assunto que, porra, tá te consumindo!!! A conversa flui mais ou menos, várias outras coisas são colocadas na pauta da reunião e no final das contas, naaada se resolveu. Você faz um esforço sobre-humano e “deixa pra lá”, pra não dar continuidade ao climão que tá pairando no ar.

Porém, o seu desconforto emocional permanece (isso quando não aumenta) e as coisas parecem se arrastar, porque meia dúzia das palavras que você ouviu não saem da sua cabeça, parecem estar sendo repetidas toda hora no seu ouvido! Rancor? Não… Dor mesmo! =/

E pensar que um dia você já cantou o hino, né? Já se doou de tal modo a alguém que estava realmente disposta a aceitar o jeito do outro, a se adaptar. Mas o tempo passa e você (e ele) só toleram um defeito ou outro, algumas manias chatas, uma eventual indiferença… A-há! “um defeito ou outro”, “algumas manias” “eventual indiferença”! Pronomes indefinidos variáveis, cara! Ninguém suporta conviver com indiferença, ninguém agüenta cobrança excessiva, ninguém gosta de ciúme doentio.

O hino revela duas posições, a do “opressor” (que é o que não muda) e a do “omisso” (que é o que aceita, simplesmente). As partes não tem que se acomodar não! A gente tem que mudar pelo outro, sim. Trabalhar para abolir um defeito, falar o que incomoda… Não é possível que você esteja tão fora da realidade assim! Por que as coisas não podem ser conversadas pra se chegar um denominador comum? Nao dá pra ceder? ra se responsabilizar um pouquinho pela felicidade do outro? Não é por ela inteira, mas um pedaço dela… Ou será que a gente tá muito errada em criar expectativas em cima de uma relação?!

Tá certo que com o tempo a rotina chega, aqueles defeitos vão ficando cada vez mais evidentes e é pelos defeitos que as pessoas se amam, porque amar as qualidades é mole! Mas peraí, amar quer dizer ser cego? Insensível? Bobo? É adotar a política “eu te amo, mas tô com você só pra ver qual é”?

Tem alguma coisa errada aí, mas tá difícil de achar o que é…

again

Posted by: rnncultural on: Agosto 4, 2008

Nossa, que maldade deixar a impressão do último post ficar no topo deste blog por muito tempo rs…

Depois de algumas horas de “vômito pelos olhos” e de ouvir reiteradamente a música “Criado Mudo”, postada aqui anteriormente, resolvi parar com algumas coisas e começar com outras.

Creio que não venha ao caso apontar todas elas, mas, em síntese, acabo de optar por mudanças de modo de convivência.

Minha terapeuta fala que é legal sorrir para as coisas que nos acontecem, sejam elas boas ou ruins. Tudo bem que sorrir para as coisas ruins é mais difícil, mas isso faz parte do meu crescimento espiritual rs… Então, resolvi me dispor a sorrir para as coisas, aprender com ela, e “mandar embora” o homem velho, as características desagradáveis etc.

Tá, eu sei que esse é um processo LENTO e COMPLICADO, mas o que é fácil?

** NÃO ACOMODAR COM O QUE INCOMODA! **

Beijos,

Renata ;*

o teatro mágico

Posted by: rnncultural on: Agosto 2, 2008

Não tenho nada de bom pra escrever, mas diante da insustentável necessidade de “vomitar” tudo, lá vão duas músicas de o Teatro Mágico que estão me ajudando a curtir a fossa…

Criado Mudo

Eu acho que
tenho certeza daquilo que eu quero agora
daquilo que mando embora
daquilo que me demora
eu acho que tenho certeza daquilo que me conforma
daquilo que quero entender
e não acomodar com o que incomoda
não acomodar com o que incomoda
mas

E quando eu vou
é quando eu acho que
onde é que eu tô
é pouco e tanto faz
seja o que for,
seja o que surge e some
seja o que consome mais
seja o que consome mais
faz

e a historia que nem passou por nós direito ainda, pr’onde é que foi?
que a historia nem passou por nós direito ainda, pr’onde é que foi?

Cuida de Mim

Pra falar verdade, às vezes minto
Tentando ser metade do inteiro que eu sinto
Pra dizer as vezes que às vezes não digo
Sou capaz de fazer da minha briga meu abrigo
Tanto faz não satisfaz o que preciso
Além do mais, quem busca nunca é indeciso
Eu busquei quem sou;
Você, pra mim, mostrou
Que eu não sou sozinho nesse mundo.

Cuida de mim enquanto não esqueço de você
Cuida de mim enquanto finjo que sou quem eu queria ser.
Cuida de mim enquanto não me esqueço de você
Cuida de mim enquanto finjo, enquanto finjo, enquanto fujo.

Basta as penas que eu mesmo sinto de mim
Junto todas, crio asas, viro querubim
Sou da cor, do tom, sabor e som que quiser ouvir
Sou calor, clarão e escuridão que te faz dormir
Quero mais, quero a paz que me prometeu
Volto atrás, se voltar atrás assim como eu.

bad total .. =/